O senador Wilder Morais, do PL de Goiás, declarou que seu partido não fará parte de uma chapa liderada pelo vice-governador Daniel Vilela (MDB) nas eleições de 2026. Em entrevista à Rádio Bandeirantes, ele enfatizou que o PL busca manter seu protagonismo e não aceitará um papel secundário na disputa política. A afirmação reflete a estratégia do partido em fortalecer sua identidade e autonomia.
Wilder Morais ressaltou que o PL tem diretrizes nacionais que orientam a formação de palanques próprios, o que contraria a ideia de se unir a uma chapa majoritária liderada pelo MDB. O senador argumentou que aceitar uma vice de Vilela não seria condizente com o crescimento do partido, especialmente em um estado considerado um dos mais conservadores do Brasil. O PL, segundo ele, continuará a lançar candidatos ao governo e ao Senado, buscando uma agenda conservadora clara.
Além disso, Wilder deixou claro que não há conversas em andamento com Vilela, enfatizando que cada grupo político seguirá seu próprio caminho. Ele alertou o MDB, afirmando que, se quiser apoio conservador, terá que buscar em outras direções. Essa postura sinaliza um PL mais assertivo e independente, preparando-se para as eleições de 2026 sem compromissos que possam ser vistos como submissão.

