No último sábado, 29, uma candidata ao título de rainha do Carnaval do Espírito Santo 2026, conhecida como Maria Alice, chamou a atenção ao se apresentar no concurso enquanto usava uma tornozeleira eletrônica. A performance dela gerou uma onda de discussões nas redes sociais, com muitos questionando a situação da competidora e o significado do uso do equipamento, que não foi esclarecido publicamente.
Durante sua apresentação, Maria Alice mostrou confiança e alegria, mas a presença da tornozeleira eletrônica não passou despercebida. O evento, que ocorreu em um clima festivo, rapidamente se tornou um tópico polêmico, com internautas divididos entre criticar a situação e até mesmo fetichizar o adorno judicial. O desfecho da competição trouxe a confirmação de que ela não ganhou o título, mas sua participação foi marcada por uma mistura de aplausos e controvérsias.
Após o evento, Maria Alice lamentou a viralização das imagens em suas redes sociais, expressando sua satisfação em ter participado do concurso, apesar de não ter conquistado o prêmio. A situação levanta questões sobre a percepção pública de indivíduos sob medidas restritivas e o papel da mídia social na construção de narrativas em eventos culturais, refletindo a complexidade da vida contemporânea no Brasil.


