Os Estados Unidos anunciaram a remoção do nome de Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal, e de sua esposa, Viviane Barci de Moraes, da lista de sanções sob a Lei Magnitsky. A decisão foi oficializada em 12 de dezembro de 2025, após quase cinco meses em que Moraes foi alvo de bloqueios econômicos atribuídos a críticas do governo Trump em relação a suas decisões judiciais.
As sanções impostas pela Agência de Controle de Ativos Estrangeiros (Ofac) refletiam preocupações com a independência do judiciário brasileiro, especialmente em relação a casos envolvendo o ex-presidente Bolsonaro. A retirada das sanções pode ser interpretada como um sinal de distensão nas relações diplomáticas entre os Estados Unidos e o Brasil, além de possivelmente aliviar a pressão sobre Moraes, que enfrentava críticas internas e externas.
Esse desdobramento pode ter implicações significativas na política brasileira, especialmente no que diz respeito à confiança do público e das instituições no judiciário. A decisão dos EUA sugere uma mudança na abordagem americana em relação a questões de governança e independência judicial, o que pode influenciar futuras interações entre os dois países e a postura do Brasil no cenário internacional.


