Em um telefonema realizado em 12 de dezembro, o presidente russo, Vladimir Putin, expressou seu apoio a Nicolás Maduro, o líder da Venezuela, em face da crescente tensão com os Estados Unidos. A chamada ocorreu logo após a apreensão de um petroleiro pelas Forças Armadas americanas nas proximidades do litoral venezuelano, um movimento que intensificou as hostilidades entre os dois países.
Putin reafirmou a solidariedade da Rússia ao povo venezuelano e evidenciou o compromisso de seu governo em apoiar a soberania da Venezuela diante das pressões externas. A apreensão do navio, que transportava petróleo e estava vinculado a sanções americanas, ressalta a complexidade da situação, com o presidente americano, Donald Trump, ameaçando ações severas contra o governo de Maduro.
As implicações desse telefonema e da apreensão do petroleiro podem ser significativas, com Cuba também manifestando apoio à Venezuela. O fortalecimento das relações entre esses países pode resultar em um cenário mais tenso nas relações internacionais, especialmente se a pressão sobre Maduro continuar a aumentar e se as especulações sobre seu possível exílio se concretizarem.

