Rodrigo Bacellar, presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, foi solto na terça-feira, 9 de dezembro de 2025, após a instalação de uma tornozeleira eletrônica na Superintendência da Polícia Federal. A decisão foi proferida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, após a revogação da prisão preventiva por parte da Alerj.
Além da tornozeleira, as condições de liberdade de Bacellar incluem o afastamento da presidência da Alerj, recolhimento domiciliar e a proibição de se comunicar com outros investigados. Sua prisão estava relacionada à Operação Unha e Carne, que investiga o vazamento de informações sigilosas sobre outra operação que resultou na prisão de um deputado estadual envolvido em atividades ilícitas.
A libertação de Bacellar levanta questões sobre a influência política e a integridade das investigações em andamento. Com as medidas restritivas impostas, a situação do parlamentar continuará a ser monitorada, refletindo a atenção das autoridades e da sociedade sobre casos de corrupção e crime organizado no estado.


