Em novembro, a Rússia lançou um total de 5.660 mísseis e drones em ataques contra a Ucrânia, conforme revelou uma análise de dados ucranianos realizada pela AFP. Esse número representa um aumento de 2% em relação ao mês anterior, refletindo uma intensificação da ofensiva militar russa. Os principais alvos dos ataques são as infraestruturas energéticas do país vizinho.
O presidente Volodimir Zelensky afirmou que a ofensiva não apenas impõe pressão física, mas também psicológica sobre a população ucraniana, com o objetivo de desestabilizar o moral do povo. A Força Aérea ucraniana tem documentado esses ataques, que se tornaram uma parte crítica do conflito em curso. A situação se agrava, uma vez que os ataques afetaram gravemente a capacidade de fornecimento de energia da Ucrânia.
Em resposta a essa escalada, a Ucrânia tem retaliado atacando depósitos de petróleo e refinarias na Rússia. Essas ações visam cortar as receitas de hidrocarbonetos, que são essenciais para financiar o esforço de guerra de Moscou. A dinâmica do conflito continua a evoluir, com implicações significativas para a segurança regional e a estabilidade na Europa.

