Na madrugada de 1º de dezembro, uma sinagoga localizada em Roma, Itália, foi alvo de vandalismo, com pichações que promoviam a causa palestina. O ato ocorreu após recentes manifestações em apoio à Palestina, refletindo a crescente tensão no país. Imagens de câmeras de segurança mostraram dois indivíduos encapuzados realizando a ação.
Os vândalos deixaram inscrições como ‘Palestina livre’ e ‘Monteverde antissionista e antifascista’, além de danificarem a placa de homenagem a Stefano Gaj Tachè, um menino assassinado em um atentado terrorista em 1982. Victor Fadlun, presidente da Comunidade Judaica de Roma, expressou sua indignação, ressaltando que o antissemitismo está sendo utilizado como uma ferramenta de protesto político.
Fadlun afirmou que o ataque à sinagoga é um ultraje à comunidade judaica e pede uma resposta firme das autoridades para conter essa onda de ódio. Ele enfatizou a importância da sinagoga como um espaço seguro para famílias e crianças, e classificou a agressão como inaceitável. A comunidade aguarda medidas efetivas para garantir a segurança e os direitos dos judeus em Roma.

