No dia 7 de dezembro de 2025, o governo da Venezuela reconheceu a morte de Alfredo Díaz, um dirigente da oposição que estava preso há um ano. A detenção ocorreu em meio a uma crise política após as eleições de julho de 2024, nas quais o governo de Nicolás Maduro foi acusado de fraude. A reação de Washington foi imediata, caracterizando o governo venezuelano como ‘vil’.
Díaz, que já havia sido governador do estado de Nueva Esparta, enfrentava acusações de ‘terrorismo’ e ‘instigação ao ódio’. O Ministério para o Serviço Penitenciário informou que ele apresentava sintomas de infarto antes de ser levado ao hospital, onde faleceu. A oposição e organizações de direitos humanos denunciavam suas condições de detenção, alegando que ele não recebeu a devida assistência médica.
A morte de Díaz marca um triste marco na repressão política na Venezuela, sendo ele o sexto opositor a falecer sob custódia desde novembro de 2024. A dirigente oposicionista María Corina Machado e a ONG Foro Penal levantaram preocupações sobre o padrão de repressão estatal no país. Com a pressão internacional crescendo, a situação dos direitos humanos na Venezuela continua a ser um tema de forte crítica no cenário global.


