Em janeiro de 2026, as exportações do Brasil para os Estados Unidos sofreram uma queda significativa de 25,5%, totalizando US$ 2,4 bilhões. Este é o sexto mês consecutivo de retrações, resultado das tarifas elevadas impostas pela administração anterior dos EUA. As importações de produtos norte-americanos também caíram, contribuindo para um déficit de US$ 670 milhões na balança comercial bilateral.
Por outro lado, as exportações para a China demonstraram um desempenho positivo, com um aumento de 17,4%, alcançando US$ 6,47 bilhões. As importações do Brasil da China caíram 4,9%, garantindo assim um superávit de US$ 720 milhões para o país. A corrente de comércio com a China atingiu US$ 12,23 bilhões, destacando-se em meio à queda do comércio com os EUA.
Além disso, o comércio com a União Europeia e a Argentina também apresentou resultados variados, com superávits modestos e quedas nas correntes comerciais. A situação atual reflete as complexidades das relações comerciais do Brasil e a necessidade de adaptação às novas políticas tarifárias internacionais. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços continua monitorando as condições do mercado para mitigar os impactos das tarifas e fomentar novas oportunidades comerciais.


