A disparada do petróleo nesta manhã de segunda-feira, 9 de março de 2026, impactou negativamente as principais bolsas de valores do mundo, incluindo as ações brasileiras negociadas em Nova York.
O iShares MSCI Brazil (EWZ), um ETF que reflete as principais ADRs de ações brasileiras, recuava 1,1% na pré-abertura, sendo negociado a 35,88 dólares por volta das 7h20 (horário de Brasília).
As ADRs da Vale (VALE) apresentavam uma queda de 3,14%, cotadas a 14,50 dólares. Os recibos de ações preferenciais do Bradesco (BBD) também caíam 2,17%, sendo negociados a 3,68 dólares. Os papéis do Itaú (ITUB) perdiam 3,44%, cotados a 7,86 dólares.
O mau humor dos investidores é atribuído à decisão de grandes produtores de petróleo, como Irã, Iraque e Kuwait, de reduzir o fornecimento em resposta ao fechamento do Estreito de Ormuz, uma importante rota de transporte de petróleo.
O bloqueio do estreito foi determinado pelo Irã como retaliação aos ataques americanos e israelenses que resultaram na morte de autoridades do país, incluindo o líder supremo Ali Khamenei.
Os únicos papéis que se destacaram na manhã de hoje foram os ligados ao setor petrolífero. As ADRs que representam as ações ordinárias da Petrobras (PBR) subiam 1,31%, alcançando 17,81 dólares. As ADRs dos papéis preferenciais (PBRa) avançavam 1,55%, cotadas a 16,37 dólares.

