Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Procurar
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Como ajudar crianças vítimas de violência na primeira infância
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
Procurar
Have an existing account? Sign In
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A

Como ajudar crianças vítimas de violência na primeira infância

Amanda Rocha
Última atualização: 31 de março de 2026 16:25
Amanda Rocha
Tempo: 2 min.

O provérbio africano “É necessário uma aldeia inteira para educar uma criança” reflete a realidade das crianças acolhidas em abrigos. Quando pais enfrentam problemas como vícios, violência ou miséria, surge a questão: quem cuida dessas crianças até que suas famílias se recuperem?

Infelizmente, muitas crianças são vistas pedindo esmolas nas ruas, e a violência contra elas é uma tragédia difícil de medir e combater. Embora muitas perguntas permaneçam sem resposta, existem ações que podem ser tomadas. Famílias estruturadas podem acolher crianças e bebês que foram retirados do convívio familiar, evitando o acolhimento institucional, que enfrenta sérios problemas.

Esse acolhimento temporário oferece proteção, afeto e cuidado até que a família de origem consiga restabelecer-se e criar a criança com dignidade. É fundamental entender as consequências do afastamento das crianças de suas famílias e os desafios enfrentados pelos abrigos institucionais.

A reportagem destaca a experiência de Adriane Helena e Fernando da Silva, que acolheram um menino de 5 anos por três meses. Durante esse período, a criança, que havia sido retirada de sua família, aprendeu a contar até 15, identificar cores e expressar sentimentos, como dizer “eu te amo” e pedir perdão.

““Ele aprendeu a contar até 15, identificar cores, dizer ‘eu te amo’ e pedir perdão a quem o havia ferido”, disse Adriane.”

A neuropediatra Tainá Maia também foi ouvida para discutir a complexidade do desenvolvimento infantil na primeira infância e o papel da família acolhedora nesse processo. Além dela, foram entrevistados o promotor do Ministério Público na área da Infância e Juventude, Pedro Florentino, e a secretária de Desenvolvimento Social de Goiânia, Eerizânia Freitas.

Notícia Anterior Região de São José dos Campos receberá 4 novas Salas DDMs em 2026
Próximo notícia Vices de Lula: quem foram os candidatos em suas campanhas eleitorais
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta