No domingo (22), o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, declarou que está “absolutamente convencido” de que a aliança conseguirá reabrir o Estreito de Ormuz.
Em entrevista à Fox News, Rutte comentou as críticas severas feitas por Donald Trump à aliança, ressaltando que a natureza secreta da operação militar exigiu tempo para que os países da Otan calibrassem sua resposta.
Rutte afirmou: “Aliados europeus e parceiros de todo o mundo usaram as últimas semanas para garantir que atuemos juntos. Eles começaram a planejar o que podemos fazer coletivamente como aliados, como parceiros dos Estados Unidos”.
O secretário-geral também classificou a operação dos EUA como “crucial” devido à “ameaça existencial” representada pelo Irã.
Recentemente, os Emirados Árabes Unidos e a Austrália demonstraram disposição para colaborar na reabertura do Estreito de Ormuz.
Além disso, a Otan está em discussões com aliados sobre como proceder nesse contexto.
Trump, por sua vez, criticou a recusa da Otan em ajudar na guerra ao Irã, chamando-a de “erro muito tolo”.

