A CPI do Crime Organizado recorreu da decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF, e solicitou novamente a quebra de sigilo do fundo Arleen, que está vinculado ao Tayayá Resort, anteriormente de propriedade de familiares do magistrado Dias Toffoli.
O investimento para a aquisição de uma parte do Tayayá Resort foi realizado pela Arleen Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia, conforme registros da CVM de outubro de 2025.
A Arleen é administrada pela Reag, mencionada na operação Carbono Oculto, e teria investido R$ 16,3 milhões na DGEP Empreendimentos, que já teve Mario Umberto Degani, primo de Toffoli, em seu quadro societário.
O fundo de investimento fez um aporte significativo para adquirir ações do Tayayá Resort, que anteriormente pertenciam à Maridt Participações S.A., a qual inclui Dias Toffoli em seu quadro societário.
““A Maridt vendeu participação no Resort Tayayá ao Fundo Arleen, administrado pela Reag e ligado à teia empresarial do Banco Master.””
Essa situação levanta questões sobre os vínculos financeiros e empresariais entre os envolvidos.


