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De 1966 a 2026: relembre todos os mascotes da Copa do Mundo

Amanda Rocha
Última atualização: 7 de março de 2026 12:35
Amanda Rocha
Tempo: 3 min.

Desde 1966, os mascotes têm sido uma parte importante da Copa do Mundo, atraindo a atenção do público. A edição de 2026 será realizada nos Estados Unidos, Canadá e México, e contará com três mascotes: Maple, Zayu e Clutch.

O alce Maple, representando o Canadá, é um símbolo da vida selvagem nativa e da natureza do país. O jaguar Zayu, que representa o México, é um atacante de número 9 e seu nome significa ‘jovem’ em náuatle, língua dos astecas. Já a águia careca Clutch, que representa os Estados Unidos, é um meio-campista criativo que veste a camisa 10 e simboliza força, coragem e liberdade.

Os mascotes da Copa do Mundo começaram com Willie, um leão que representou a Inglaterra em 1966. Willie usava um uniforme de futebol com a bandeira da Inglaterra e os dizeres ‘World Cup 66’.

Em 1970, o mascote Juanito Maravilla foi um menino vestido com as cores da seleção mexicana e usava um sombrero, representando a cultura local.

Na Copa de 1974, sediada na Alemanha, surgiram Tip e Tap, dois garotinhos que simbolizavam a união entre a Alemanha Oriental e Ocidental.

O mascote da Copa de 1978, Gauchito, representou a Argentina e vestia roupas típicas, incluindo um chapéu e um facão.

Em 1982, a Espanha apresentou Naranjito, uma laranja que vestia as cores da seleção espanhola. Já em 1986, o mascote mexicano Pique era um jalapeño que usava um sombrero.

O mascote da Copa de 1990, Ciao, tinha um design moderno, com cabeça de bola de futebol e corpo de peças que lembravam legos, representando a Itália.

Em 1994, nos Estados Unidos, o mascote Striker era um cãozinho vestido com as cores da bandeira americana.

O famoso Footix, um galo, representou a França em 1998. Em 2002, os alienígenas Kaz, Ato e Nik simbolizaram a Coreia do Sul e Japão.

O mascote da Copa de 2006, Goleo VI, era um leão de pelúcia acompanhado por uma bola falante chamada Pille.

Na Copa de 2010, Zakumi, um leopardo, representou a África do Sul. Em 2014, o Brasil apresentou Fuleco, um tatu-bola que simbolizava a fauna local.

O mascote da Copa de 2018, Zabivaka, era um lobo-cinzento, e o mascote da última edição, em 2022, foi La’eeb, que significa ‘jogador super habilidoso’ em árabe.

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