Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Procurar
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Donald Trump afirma que único acordo possível com o Irã é a rendição total
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
Procurar
Have an existing account? Sign In
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A

Donald Trump afirma que único acordo possível com o Irã é a rendição total

Amanda Rocha
Última atualização: 6 de março de 2026 22:03
Amanda Rocha
Tempo: 4 min.

Donald Trump declarou que o único acordo possível com o Irã é a rendição total. A afirmação ocorreu no sétimo dia do conflito entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã, que começou no dia 28 de fevereiro de 2026.

Israel intensificou os ataques contra a Guarda Revolucionária do Irã e o grupo Hezbollah, no Líbano. O governo israelense informou que 50 aviões bombardearam um bunker relacionado ao aiatolá Ali Khamenei, que foi morto no primeiro dia do conflito. O bunker ainda estava sendo utilizado pela liderança iraniana.

As forças de defesa de Israel divulgaram uma animação do complexo, que ocupava vários quarteirões em Teerã e possuía diversos pontos de entrada e saída. Os militares israelenses afirmaram que a ofensiva atingiu 400 alvos apenas nesta sexta-feira, mas a Guarda Revolucionária ainda teria entre 100 e 200 lançadores de mísseis.

Em Teerã, iranianos se reuniram para as orações de sexta-feira, muitos com cartazes de Ali Khamenei. O clima era de luto e mobilização. A ONU pediu uma investigação sobre o ataque à escola de meninas em Minab, que resultou na morte de mais de 160 crianças. Fontes americanas indicaram que o bombardeio pode ter sido realizado por forças americanas, mas a investigação ainda não foi concluída.

O governo iraniano afirmou que drones atacaram o porta-aviões americano Abraham Lincoln, no Golfo de Omã, o que foi negado pelo Pentágono. No Líbano, explosões atingiram os subúrbios ao sul de Beirute, após Israel ordenar uma evacuação da região, considerada reduto do Hezbollah. O governo libanês reportou mais de 200 mortes, enquanto Israel afirmou ter eliminado 70 integrantes do Hezbollah.

Quase 100 mil pessoas foram obrigadas a deixar suas casas no Líbano, segundo a agência da ONU para refugiados. O Hezbollah respondeu com foguetes contra posições militares israelenses. O jornal americano “Washington Post” relatou que a Rússia estaria fornecendo informações de inteligência ao Irã desde o início da guerra, mas o porta-voz do Kremlin não comentou a reportagem.

Os ataques iranianos também atingiram países vizinhos, com explosões registradas no Kuwait e a Arábia Saudita interceptando um míssil. O conflito fez o preço do petróleo subir, com o barril do tipo Brent passando de US$ 90. O ministro da Energia do Catar alertou que a situação pode levar o preço do barril a US$ 150, afetando a economia mundial.

O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, mencionou que alguns países tentam reabrir o diálogo entre o Irã e os Estados Unidos. Contudo, Trump reiterou em redes sociais que a única solução é a rendição total do Irã e a escolha de um novo líder que seja aceitável. Em entrevista, Trump afirmou que não se importa se o próximo líder será democrático, desde que trate bem os Estados Unidos, Israel e os vizinhos no Oriente Médio.

Os líderes da Itália, França, Alemanha e Reino Unido discutiram a escalada da guerra e consideraram a proposta do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, de compartilhar experiências na interceptação de drones.

Notícia Anterior STJ prorroga sindicância sobre ministro Marco Buzzi, acusado de assédio
Próximo notícia Presidente da CPMI do INSS nega divulgação de material sigiloso sobre ministros do STF
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta