Um elefante-marinho-do-sul chegou a Maceió no último fim de semana e rapidamente se tornou uma atração para os visitantes da orla da capital alagoana. O animal, que percorre as praias de Alagoas há pelo menos 11 dias, foi ‘batizado’ com o nome de Leôncio após uma enquete realizada pelo Instituto Biota nas redes sociais.
Leôncio desbancou outras opções de nomes, como ‘Elefôncio’, ‘Soneca’ e ‘Tonho’. O jovem elefante-marinho tem cerca de dois metros de comprimento e foi avistado pela primeira vez na Barra de Santo Antônio, tendo percorrido mais de 30 quilômetros pelas praias do litoral.
O animal tem atraído a curiosidade de turistas, como Thalita Comico e Angela Daneluce, que vieram de São Paulo. Angela comentou: ‘Foi um momento bem inusitado, porque nós moramos no interior de São Paulo, em Birigui, que fica longe da praia. Então, quando a gente veio para Maceió e ficou sabendo desse elefante-marinho, para nós foi um atrativo bem bacana.’
Apesar de se tornar uma atração, o Instituto Biota enfatiza a importância de medidas de segurança para proteger tanto o animal quanto os curiosos. É proibido tocar, alimentar ou se aproximar do elefante-marinho, com penalidades que podem chegar a R$ 5 mil.
Bruno Stefanis, diretor-presidente do Instituto Biota, destacou que a presença de drones tem incomodado o animal, que está em processo de troca de pele e pelos. ‘As normas são legislações estadual e federal que estabelecem esses limites de aproximação com o animal, justamente para garantir a tranquilidade e assegurar que ele descanse e economize energia’, explicou.
O animal deve ser isolado em um raio de 30 metros e, com a maré cheia, pode se aproximar ainda mais da via. A população deve estar atenta a possíveis zoonoses.


