O Exército dos Estados Unidos anunciou neste sábado (21) que reduziu a ameaça do Irã ao estreito de Ormuz após bombardear uma instalação subterrânea que armazenava mísseis de cruzeiro.
O chefe do Comando Central dos EUA, Brad Cooper, divulgou um vídeo na plataforma X, onde afirmou que, além da destruição da estrutura, alvos estratégicos como centros de inteligência e repetidores de radar também foram atingidos. Ele destacou: “A capacidade do Irã de ameaçar a liberdade de navegação no estreito de Ormuz e em seus arredores está reduzida como resultado disso, e não vamos deixar de perseguir esses alvos”.
Enquanto isso, a mobilização internacional em torno da segurança da rota marítima aumenta. Mais de 20 países manifestaram disposição para contribuir com esforços para garantir a navegação no estreito, que é um dos principais corredores globais de petróleo.
Um grupo de 22 países emitiu um comunicado conjunto, afirmando: “Estamos prontos para contribuir com os esforços adequados para garantir a passagem segura pelo estreito”. A coalizão é composta majoritariamente por nações europeias, além de incluir os Emirados Árabes Unidos e o Bahrein.
No mesmo documento, os países condenaram os recentes ataques atribuídos ao Irã contra embarcações desarmadas no Golfo, além de ofensivas contra infraestruturas civis, incluindo instalações de petróleo e gás, e o bloqueio de fato do estreito de Ormuz.

