Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Procurar
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Fiesp projeta um 2026 desafiador para a indústria de transformação
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
Procurar
Have an existing account? Sign In
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A

Fiesp projeta um 2026 desafiador para a indústria de transformação

Amanda Rocha
Última atualização: 6 de março de 2026 13:40
Amanda Rocha
Tempo: 2 min.

A Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo) expressou preocupações sobre o desempenho da indústria de transformação em 2026. O avanço de 1,8% na produção industrial em janeiro, em comparação a dezembro, foi considerado dentro das expectativas do mercado, refletindo um efeito sazonal positivo típico do início do ano.

A economista Cristiane Quartaroli destacou que esse aumento ocorre após um dezembro mais fraco e não indica uma recuperação consistente da atividade do setor. Em nota, a Fiesp afirmou que a alta não é suficiente para compensar as quedas registradas no final do ano passado, atribuindo o resultado abaixo do esperado às altas taxas de juros (Selic).

Além do desempenho mensal, a Fiesp observa que indicadores mais amplos, como o acumulado em 12 meses e a média móvel trimestral, indicam que a indústria brasileira continua perdendo fôlego. Esse processo de desaceleração já é observado desde meados do ano anterior.

Quartaroli concorda que o principal obstáculo é o impacto da Selic, utilizada pelo Banco Central para controlar a inflação, o que reduz o ritmo da atividade econômica. Ela também mencionou desafios estruturais que persistem, como a necessidade de reformas tributária e administrativa, além de mais investimentos e mudanças no mercado de trabalho para aumentar a competitividade do setor.

Enquanto essas mudanças não ocorrem, a indústria continua a apresentar um crescimento que Quartaroli descreve como “voo de galinha”, pressionada pela concorrência internacional, especialmente das importações chinesas, e por riscos externos, como a tensão no Oriente Médio. Esses fatores podem manter os preços do petróleo elevados, pressionar a inflação e prolongar o ciclo de juros altos.

Notícia Anterior Roubo a farmácia resulta em prisão e apreensão na zona Norte de SP
Próximo notícia China pede cessar-fogo e destaca importância do Estreito de Ormuz
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta