No domingo (22), o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, informou que 22 países estão se unindo para reabrir a navegação pelo Estreito de Ormuz.
Entre os países envolvidos estão membros da Otan e aliados como Coreia do Sul e Japão. Rutte destacou a importância da colaboração: “O que precisamos fazer é trabalhar juntos”, afirmou durante entrevista.
Ele detalhou que o grupo inclui, além da maioria dos países da Otan, Austrália, Nova Zelândia, Emirados Árabes Unidos e Bahrein. “Estamos unindo esforços para garantir que o Estreito de Ormuz esteja livre e seja reaberto o mais rápido possível”, acrescentou.
O anúncio surge após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter ameaçado no sábado (21) “aniquilar” as usinas nucleares do Irã caso Teerã não reabrisse a passagem em 48 horas.
Na segunda-feira (23), os preços do petróleo oscilaram, refletindo o aumento da tensão entre os EUA e o Irã no Estreito de Ormuz. As preocupações com as ameaças à infraestrutura energética impactaram o mercado, mesmo com o alívio temporário das sanções por Washington, que permitiu a liberação do petróleo iraniano transportado por via marítima.


