O conselheiro militar sênior do líder supremo iraniano, Mohsen Rezaei, declarou nesta segunda-feira (23) que a guerra continuará até que o Irã receba indenização integral pelos danos sofridos.
No discurso televisionado, Rezaei prometeu que o Irã lutará até que “todas as sanções econômicas sejam suspensas e garantias internacionais juridicamente vinculativas sejam obtidas para impedir a interferência dos EUA no Irã”.
Rezaei afirmou: “Vemos que nossas forças armadas estão realizando operações e atividades com vigor. Nosso projeto de liderança, com a escolha de um novo líder, está firmemente sob sua gestão”.
O conselheiro alegou que “a guerra estava efetivamente terminada” há mais de uma semana e que “os Estados Unidos estavam prontos para parar e buscar um cessar-fogo”. No entanto, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, “insistiu para que continuasse”, segundo Rezaei.
Ele acrescentou que, após o 15º dia, “os EUA entenderam claramente que não havia caminho para a vitória nesta guerra”.
O presidente do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf, também se manifestou, afirmando em uma publicação na rede social X que os iranianos exigem “punição completa e com remorso” dos “agressores”.

