Os líderes das sete democracias mais ricas do mundo se reuniram nesta sexta-feira, 27 de março de 2026, na França, para discutir o futuro da guerra no Oriente Médio. A tensão é alta, com o Irã se preparando para uma invasão das tropas americanas.
Durante o encontro, realizado nos arredores de Paris, os ministros das Relações Exteriores do G7 tentaram encontrar uma solução para o impasse. A preocupação com o impacto sobre a economia global foi um dos principais temas, especialmente após o fechamento do Estreito de Ormuz, que afetou o transporte de petróleo. O preço médio do barril voltou a ultrapassar os US$ 110 nesta sexta-feira.
O secretário de Estado americano, Marco Rubio, participou das discussões e pediu maior envolvimento dos países europeus para reabrir o estreito. O ministro das Relações Exteriores da Alemanha minimizou a situação, afirmando que não há desacordos com os americanos:
““Não há qualquer pedido dos Estados Unidos para um envolvimento militar antes do fim das hostilidades.””
Essa posição foi oficialmente adotada pelo G7 durante o encontro.
Os europeus também alertaram que a Rússia estaria ajudando o Irã a localizar alvos, o que foi negado pelo governo russo. Após a reunião, Rubio declarou que a guerra deve acabar em semanas, não em meses.
No front, o conflito se intensificou. Nesta sexta-feira, os Estados Unidos e Israel atacaram alvos estratégicos no Irã, incluindo uma fábrica de minas navais. A imprensa iraniana informou que instalações nucleares também foram atingidas. Em Teerã, socorristas retiraram sobreviventes de um prédio residencial.
Em resposta, o Irã lançou ataques contra Tel Aviv e a cidade de Netanya, com sirenes soando e explosões sendo ouvidas. O Irã também atacou bases americanas no Kuwait, nos Emirados Árabes Unidos e no Bahrein. O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, acusou os Estados Unidos e Israel de atacarem usinas iranianas e afirmou que os bombardeios contradizem a decisão de Donald Trump, que adiou em dez dias o prazo para bombardear o setor de energia.
Segundo a imprensa iraniana, o Irã convocou mais de 1 milhão de soldados para lutar contra os americanos e recebeu um grande número de pedidos de voluntários para defender o país. Essas notícias geram preocupação na Europa, com temores de um novo Vietnã.
Na noite desta sexta-feira, autoridades americanas informaram ao jornal “Wall Street Journal” que um míssil e drones iranianos atingiram uma base dos Estados Unidos na Arábia Saudita, danificando aviões de abastecimento e ferindo dez militares.

