Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Procurar
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Mudanças drásticas no Estreito de Ormuz após conflito no Oriente Médio
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
Procurar
Have an existing account? Sign In
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A

Mudanças drásticas no Estreito de Ormuz após conflito no Oriente Médio

Amanda Rocha
Última atualização: 11 de março de 2026 10:45
Amanda Rocha
Tempo: 3 min.

O Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo para o transporte de petróleo, está enfrentando mudanças significativas devido ao conflito no Oriente Médio. A movimentação de navios na região, que antes era intensa, sofreu uma redução brusca em razão do aumento do risco de minas navais e ataques.

O Estreito de Ormuz é vital para o comércio global de energia, com 20% do petróleo e até 25% do gás natural do mundo transitando por essa passagem. Em condições normais, entre US$ 300 milhões e US$ 360 milhões em petróleo cruzam diariamente essa rota de apenas 33 km de largura. Atualmente, o controle do estreito está nas mãos da guarda revolucionária do Irã, que confirmou o fechamento da passagem e ameaçou incendiar navios que tentassem atravessá-la.

“”O fechamento do Estreito de Ormuz é uma opção estratégica do Irã, no sentido de tentar conter a guerra e acabar, portanto, com a pressão contra o seu próprio território”, afirmou Ronaldo Carmona, professor de Geopolítica da Escola Superior de Guerra.”

A navegação no estreito já exigia cuidados em tempos de paz, com navios seguindo faixas bem definidas para entrada e saída. Especialistas alertam que a região tem áreas rasas e correntes marítimas que dificultam a navegação. José Menezes Filho, ex-comandante de navios petroleiros, destacou que qualquer erro de posicionamento pode resultar em acidentes.

““Quando você faz a curva no estreito, sofre uma grande influência das correntes. Tem que posicionar o navio com muita antecedência. Se sair um pouco da rota, pode encalhar ou bater em pedra”, afirmou.”

Com a guerra, a principal ameaça passou a ser o uso de minas navais, que podem transformar rapidamente a rota em uma área proibida para navios comerciais. Esses dispositivos podem ser de diversos tipos, como minas de contato e minas de influência, que representam um grande risco para a navegação.

““Navegar assim seria muito arriscado”, disse um especialista.”

O controle do Estreito de Ormuz se tornou um objetivo estratégico no conflito, com a possibilidade de bloquear essa rota sendo uma forma de pressionar a economia global. O Irã já ameaçou fechar o estreito diversas vezes ao longo da história, e a interrupção do fluxo de energia pode provocar alta imediata no preço do petróleo.

Na atual batalha marítima, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que um de seus alvos é aniquilar a Marinha iraniana. Ele mencionou que os EUA podem escoltar os petroleiros, mas o Estreito de Ormuz continua parcialmente fechado. Segundo a ONU, 20 mil tripulantes estão a bordo de navios no Golfo Pérsico, aguardando a abertura total do estreito.

Notícia Anterior Bayer Leverkusen enfrenta Arsenal na Champions League hoje às 14h45
Próximo notícia Real Madrid e Manchester City se enfrentam na Champions League hoje
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta