Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Procurar
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: ONU cria grupo de trabalho para proteger comércio no Estreito de Ormuz
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
Procurar
Have an existing account? Sign In
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A

ONU cria grupo de trabalho para proteger comércio no Estreito de Ormuz

Amanda Rocha
Última atualização: 27 de março de 2026 18:18
Amanda Rocha
Tempo: 3 min.

A ONU anunciou nesta sexta-feira (27) a criação de um grupo de trabalho para estabelecer um mecanismo de proteção do fluxo de comércio no Estreito de Ormuz.

A organização alertou que as interrupções causadas pela guerra no Irã podem levar a uma maior escassez de alimentos e a crises humanitárias em todo o mundo. “A ação imediata é essencial para mitigar estas consequências”, afirmou o porta-voz da ONU, Stephane Dujarric.

O projeto será liderado pelo subsecretário-geral da ONU, Jorge Moreira da Silva, que é diretor executivo do Escritório das Nações Unidas para Serviços de Projetos. Dujarric mencionou que a força-tarefa se inspirará em outras iniciativas da ONU, como a Iniciativa de Grãos do Mar Negro para a Ucrânia e o Mecanismo UN2720 para Gaza.

“A força-tarefa entrará agora em contato com todos os Estados membros relevantes para ver como isto pode ser operacionalizado”, disse Dujarric. Ele expressou a expectativa de que todos os Estados membros envolvidos apoiem a iniciativa, “especialmente para o bem das pessoas… que já estão sendo afetadas”.

A guerra no Oriente Médio, que envolve os Estados Unidos e Israel em conflito com o Irã, teve início em 28 de fevereiro, após um ataque coordenado que resultou na morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, em Teerã. Desde então, diversas autoridades do regime iraniano também foram mortas, e os EUA alegam ter destruído dezenas de navios e alvos militares iranianos.

Em retaliação, o Irã atacou vários países da região, incluindo Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Iraque e Omã, afirmando que seus alvos são apenas interesses dos EUA e Israel. Desde o início da guerra, mais de 1.750 civis morreram no Irã, segundo a Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos.

A Casa Branca registrou ao menos 13 mortes de soldados americanos em decorrência dos ataques iranianos. O conflito também se expandiu para o Líbano, onde o Hezbollah, grupo armado apoiado pelo Irã, atacou Israel em retaliação à morte de Khamenei, levando Israel a realizar ofensivas aéreas contra alvos do Hezbollah.

Com a morte de grande parte da liderança iraniana, um novo líder supremo foi eleito: Mojtaba Khamenei, filho de Ali Khamenei. Especialistas afirmam que ele representa continuidade da repressão, e Donald Trump criticou essa escolha, chamando-a de “grande erro” e afirmando que Mojtaba seria “inaceitável” para a liderança do Irã.

Notícia Anterior Isaura Lemos aguarda decisão do PT e pode concorrer ao Senado pelo PSB
Próximo notícia Paraguai vence Grécia por 1 a 0 em amistoso pré-Copa do Mundo
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta