Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Procurar
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: PF investiga dirigentes da Amazonprev por esquema de propina envolvendo Banco Master
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
Procurar
Have an existing account? Sign In
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A

PF investiga dirigentes da Amazonprev por esquema de propina envolvendo Banco Master

Amanda Rocha
Última atualização: 10 de março de 2026 05:03
Amanda Rocha
Tempo: 3 min.

A Polícia Federal (PF) investiga se funcionários da Amazonprev receberam propina para aplicar recursos no Banco Master. Os três dirigentes da Amazonprev, Claudinei Soares, Cláudio Marins Melo e André Luis Bentes de Souza, foram alvos da Operação Sine Consensu, realizada na sexta-feira (6).

As investigações apontam que as aplicações financeiras irregulares somaram cerca de R$ 390 milhões entre junho e setembro de 2024. Os dirigentes teriam fracionado valores para burlar a fiscalização e credenciado instituições financeiras emissoras, como o Banco Master, facilitando as aplicações suspeitas.

Claudiinei Soares, ex-gestor de recursos e coordenador do Comitê de Investimentos, é considerado o principal responsável pelas operações. Ele centralizou decisões, ignorou recomendações técnicas e fracionou valores para burlar limites internos. Recebeu R$ 273,8 mil da empresa ALFA A Consultoria e Gestão de Frota Ltda., pertencente ao empresário Sávio Loyola e Silva, também investigado.

Cláudio Marins de Melo, diretor de Administração e Finanças, deflagrou operações solicitando cotações e encaminhando ordens de compra, mas ratificou e registrou as aplicações mesmo diante das irregularidades. Ele recebeu R$ 185,3 mil da mesma empresa. André Luis Bentes de Souza, diretor de Previdência, participou das reuniões do Comitê de Investimentos e votou a favor das aquisições de Letras Financeiras, apesar de alertas técnicos sobre riscos, recebendo R$ 161 mil por meio de uma pessoa jurídica vinculada a seu nome.

A auditoria do Ministério da Previdência identificou cinco operações suspeitas, incluindo investimentos de R$ 50 milhões no Banco Master e R$ 125 milhões em duas operações no Banco C6 Consignado, todas realizadas sem aprovação formal da diretoria ou do Comitê de Investimentos.

As operações foram intermediadas pelas corretoras Terra Investimentos e Mirae Asset, utilizadas reiteradamente sem critérios objetivos para a escolha. A Fundação Amazonprev informou que está colaborando com as investigações e que dois dos três alvos já foram afastados de suas funções. O terceiro não integra mais os quadros da instituição desde 2024.

A instituição ressaltou que as aplicações não representam riscos para o pagamento dos benefícios de aposentados e pensionistas, destacando que o Fundo de Previdência do Amazonas (FPREV) apresenta superávit atuarial de R$ 1,7 bilhão, com recursos acumulados em mais de R$ 11 bilhões.

Notícia Anterior Suspeito de matar empresário usa avatar de IA para se defender
Próximo notícia Kelly Key denuncia vizinho por invasão e ameaças; médico tem histórico de violência
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta