A Prefeitura de Porto Velho confirmou um caso de coqueluche na capital nesta terça-feira, 24 de março de 2026. A paciente é uma criança que está internada, mas passa bem e segue em tratamento acompanhado pela rede estadual de saúde.
A coqueluche é uma doença respiratória causada pela bactéria Bordetella pertussis. A transmissão ocorre de pessoa para pessoa por meio de gotículas liberadas ao tossir, espirrar ou falar. Por ser altamente contagiosa, a doença pode se espalhar rapidamente. Os principais sintomas incluem crises de tosse intensa e prolongada, dificuldade para respirar e, em alguns casos, vômitos após a tosse.
O Departamento de Vigilância em Saúde já iniciou medidas de bloqueio, como o monitoramento de pessoas que tiveram contato com a criança e a intensificação da vacinação. O tratamento, segundo o Ministério da Saúde, é feito com antibióticos e acompanhamento médico. Quando iniciado cedo, o tratamento ajuda a reduzir a gravidade da doença e a transmissão para outras pessoas.
A Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) informa que a vacina contra a coqueluche está disponível gratuitamente pelo SUS. As crianças recebem a vacina pentavalente aos 2, 4 e 6 meses, com reforços da tríplice bacteriana infantil (DTP) aos 15 meses e aos 4 anos. Gestantes devem tomar a vacina dTpa durante a gravidez para proteger o bebê nos primeiros meses de vida. Adultos precisam manter a vacinação contra difteria e tétano (dT) atualizada a cada 10 anos.
Quem apresentar sintomas leves deve procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Em casos mais graves, o atendimento deve ser feito na UPA ou em pronto atendimento.

