Nesta quinta-feira (26), Samir Xaud, presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), afirmou que recusou a camisa vermelha para a Seleção Brasileira. Ele declarou que a decisão foi tomada porque ‘independente de lado político, aqui nós não estamos para fazer política em cima do futebol’.
A camisa vermelha era uma possibilidade real e já estava sendo produzida pela Nike. No entanto, após tomar conhecimento da questão, Xaud optou pelo veto. Rumores indicavam que a camisa vermelha substituiria a azul, o que gerou polêmica.
“‘É uma coisa que de princípio. Nós barramos porque eu sei da nossa identidade e da nossa cultura como brasileiro e como torcedor. Essa questão do patriotismo, eu sempre deixo claro. Independente de lado político, aqui nós não estamos para fazer política em cima do futebol, principalmente em cima da CBF’, disse Xaud em entrevista exclusiva à ESPN Brasil.”
Os dois uniformes da Seleção Brasileira já foram divulgados pela Nike, fornecedora oficial de material esportivo. O uniforme principal não terá o logo da Air Jordan, ao contrário da camisa alternativa. Vinicius Júnior, Estevão, Lucas Paquetá e Richarlison foram escolhidos para estrelar a campanha ‘Alegria que Apavora’. Contudo, Richarlison e Estevão não foram convocados por Ancelotti para os amistosos de março contra França e Croácia.
A segunda camisa, que gerou controvérsia, marca a primeira vez que o logo Jumpman aparece em um uniforme de uma seleção nacional e faz parte de uma parceria entre a Nike e a CBF. Além do uniforme, a colaboração inclui uma coleção de streetwear e produtos de treino inspirados nas cores da Seleção, além de modelos de calçados e chuteiras desenvolvidos para complementar o novo uniforme reserva do Brasil.


