O cantor Amado Batista foi incluído na lista suja do trabalho escravo, segundo informações divulgadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) na segunda-feira (6). O advogado do artista, Mauricio Carvalho, afirmou que não houve resgate de trabalhadores e que as irregularidades apontadas em duas propriedades em Goianápolis, na Região Metropolitana de Goiânia, foram corrigidas.
De acordo com o Governo Federal, 14 funcionários teriam sido submetidos a condições análogas à escravidão, sendo 10 no Sítio Esperança e 4 no Sítio Recanto da Mata, ambas localizadas na BR-060, zona rural da cidade. As ações de fiscalização ocorreram em 2024.
A defesa de Amado Batista negou as acusações.
“”Não houve resgate de nenhum trabalhador nas propriedades. Todos os funcionários continuam trabalhando na propriedade normalmente!””
afirmou o advogado.
A nota da defesa também esclareceu que a informação sobre o resgate de 14 trabalhadores é falsa. Segundo a defesa, houve uma fiscalização em uma fazenda arrendada pelo cantor para o plantio de milho, onde foram identificadas irregularidades na contratação de 4 colaboradores que eram empregados de uma empresa terceirizada.
O advogado destacou que um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) foi assinado com o Ministério Público do Trabalho (MPT), e todas as obrigações dos colaboradores foram integralmente pagas e quitadas. Além disso, a defesa informou que já estão sendo tomadas providências administrativas para encerrar qualquer procedimento de autuação.

