As buscas pelo bebê José Arthur, de um ano e seis meses, completam 13 dias em Eldorado dos Carajás, no sudeste do Pará. A criança está desaparecida desde 26 de março, quando foi vista pela última vez na localidade de Vila Peruana.
As investigações mobilizam forças de segurança, incluindo policiais, bombeiros, drones, cães farejadores e até um sonar da Marinha. Apesar dos esforços, o bebê não foi encontrado. A Superintendência Regional de Carajás é responsável pelo caso e considera a possibilidade de sequestro.
A Polícia Civil analisa imagens de câmeras de monitoramento e de veículos que passaram pela região. As circunstâncias do desaparecimento não foram detalhadas pelas autoridades, que não informaram se a criança estava sozinha antes de desaparecer.
As buscas começaram em áreas de mata próximas ao local onde o menino morava. Drones foram utilizados e o Batalhão de Ação com Cães (BAC) enviou cães treinados para auxiliar nas operações, mas não encontraram vestígios do bebê. A Marinha, que utilizou um sonar para varredura no rio Peruano, também não encontrou indícios de que a criança esteja no rio.
A Polícia Civil afirmou que novas diligências podem ser realizadas em áreas adjacentes. Entre as hipóteses investigadas estão a possibilidade de acidente em área de mata, queda em um rio ou sequestro. No entanto, os cães e a Marinha não encontraram vestígios.
Até o momento, ninguém foi preso e a polícia não informou se há suspeitos no caso. As autoridades também não revelaram quem foi a última pessoa a ter contato com o bebê antes de seu desaparecimento. Informações que possam ajudar nas investigações podem ser repassadas à polícia pelo Disque-Denúncia (181).


