A Câmara dos Deputados afastou uma agente da Polícia Legislativa após denúncias de instabilidade psiquiátrica severa e intenções de cometer um atentado com arma de fogo dentro do Congresso.
O Ministério Público Federal (MPF) arquivou um procedimento que apurava essas denúncias, destacando que a investigação buscava mitigar riscos graves. O MPF afirmou que a servidora apresentava comportamentos desconectados da realidade, ideias persecutórias contra colegas, episódios de agressividade e fazia uso concomitante de medicamentos e substâncias psicoativas.
Além disso, havia um laudo de inaptidão mental em posse da Polícia Legislativa. O MPF decidiu encerrar o caso após confirmar que a Câmara tomou medidas preventivas eficazes no início do ano, incluindo o recolhimento do armamento, a suspensão do porte de arma e o afastamento médico da funcionária.
A servidora já estava afastada de suas funções desde maio de 2025.

