O estado de São Paulo gerou quase 96 mil novas oportunidades de emprego com carteira assinada em fevereiro de 2026, o que equivale a 3,4 mil vagas por dia. Os dados são da Fundação Seade, com base nas informações do Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
No acumulado de janeiro e fevereiro, foram criadas quase 112 mil vagas formais. No total de 12 meses, o estado alcançou cerca de 244 mil oportunidades de trabalho. Em fevereiro, São Paulo foi responsável por 37,5% do total de vagas com carteira assinada no Brasil, 30,1% no bimestre e 23,3% no período de 12 meses.
Esses números solidificam a posição de São Paulo como o estado com o maior saldo de vagas do país, além de ter gerado 72% dos empregos na região Sudeste em fevereiro. O crescimento na criação de vagas foi de 0,66% em fevereiro, 0,76% no acumulado do ano e 1,68% no acumulado de 12 meses.
As 50 cidades campeãs de emprego em fevereiro foram: São Paulo (27.599), Bauru (6.411), Campinas (2.859), Sumaré (2.765), São Bernardo do Campo (2.618), Osasco (2.478), Ribeirão Preto (2.192), Guarulhos (2.170), Santo André (1.785), Barueri (1.626), Limeira (1.240), Sorocaba (1.199), Taubaté (1.160), São José do Rio Preto (1.118), Franca (1.100), Tremembé (1.073), Santos (1.024), São José dos Campos (969), Tatuí (782), Jundiaí (781), Caieiras (763), São Carlos (756), Mauá (732), Indaiatuba (679), Cajamar (650), Mogi das Cruzes (634), Cotia (603), Americana (572), Itaquaquecetuba (561), Santana de Parnaíba (529), Itatiba (514), Taboão da Serra (505), Cosmópolis (481), São Caetano do Sul (476), Araçatuba (462), Piracicaba (458), Pontal (433), Ibiúna (416), Nova Odessa (412), Paraguaçu Paulista (405), Arujá (396), Marília (385), Porto Feliz (374), Catanduva (372), Jaú (372), Novo Horizonte (364), Botucatu (363) e Carapicuíba (358).
No bimestre, as cidades que mais geraram empregos foram: São Paulo (31.011), Bauru (7.106), Franca (4.109), Guarulhos (3.584), Campinas (3.265), São Bernardo do Campo (3.082), Ribeirão Preto (2.963), Sumaré (2.743), Osasco (2.190), Sorocaba (1.994), São José do Rio Preto (1.874), Limeira (1.528), Jundiaí (1.421), Santo André (1.268), Tatuí (1.084), Indaiatuba (1.071), Rio Claro (1.041), Piracicaba (1.038), Sertãozinho (1.030), São José dos Campos (995), Tremembé (937), Novo Horizonte (933), Guariba (886), Cotia (851), São Carlos (826), Americana (796), Caieiras (762), Itaquaquecetuba (723), Itatiba (717), Barrinha (677), Araraquara (668), Mauá (664), Jaú (658), Arujá (651), Taboão da Serra (643), Birigui (640), Taubaté (638), Santos (634), Nova Odessa (632), Marília (607), Itupeva (602), Boituva (585), Itapevi (583), Paraguaçu Paulista (580), Cosmópolis (578), Pontal (573), Santana de Parnaíba (558), Porto Feliz (556), Poloni (538) e Monte Alto (535).
No período de 12 meses, as cidades com maior geração de empregos foram: São Paulo (88.252), Osasco (24.340), Barueri (12.188), Guarulhos (10.199), São José dos Campos (5.692), Santos (5.524), São Bernardo do Campo (4.793), Santo André (4.601), Bauru (4.484), Sorocaba (3.976), Ribeirão Preto (3.247), Tatuí (2.979), Taubaté (2.820), Sumaré (2.766), Jundiaí (2.727), Cajamar (2.480), Matão (2.282), São José do Rio Preto (2.056), São Caetano do Sul (1.994), Franco da Rocha (1.814), Atibaia (1.680), São Carlos (1.643), Capela do Alto (1.634), Presidente Prudente (1.629), Mauá (1.621), Cotia (1.550), Botucatu (1.451), Itaquaquecetuba (1.442), Cabreúva (1.365), Cosmópolis (1.297), Araçatuba (1.294), Franca (1.160), Monte Azul Paulista (1.153), Iracemápolis (1.144), Caieiras (1.135), Lençóis Paulista (1.116), Monte Mor (1.054), Arujá (1.015), Campinas (996), Araras (985), São Roque (973), Cubatão (970), Penápolis (961), Paraguaçu Paulista (923), Ibiúna (914), Porto Feliz (885), Mogi das Cruzes (884), Santa Cruz do Rio Pardo (868), Marília (862) e Birigui (830).
Em fevereiro, o estado de São Paulo registrou o maior salário médio de admissão do país, de R$ 2.593,00, seguido pelo Distrito Federal (R$ 2.541,41), Rio de Janeiro (R$ 2.468,23) e Santa Catarina (R$ 2.397,48). O salário de admissão em São Paulo é 10,5% superior à média nacional (R$ 2.346,97). A região Sudeste apresentou o maior valor médio do país, com R$ 2.487,13.
O setor de serviços foi o que mais gerou vagas em fevereiro, totalizando 73.924. Dentro desse setor, destacaram-se as áreas de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (20.321), alojamento e alimentação (10.638) e transporte, armazenagem e correio (8.472). A indústria geral ficou em segundo lugar, com 9.733 vagas, sendo a indústria da transformação a que mais contribuiu, com 9.342 vagas. A construção gerou 9.476 vagas, enquanto o comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas criou 7.119 vagas.


