Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Procurar
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Congelamento de alvarás em SP pode gerar perdas de R$ 83,6 bilhões em 2026
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
Procurar
Have an existing account? Sign In
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A

Congelamento de alvarás em SP pode gerar perdas de R$ 83,6 bilhões em 2026

Amanda Rocha
Última atualização: 10 de abril de 2026 10:06
Amanda Rocha
Tempo: 3 min.

A Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) estima que o congelamento de novas emissões dos alvarás de construção de edifícios residenciais em São Paulo deve gerar perdas de R$ 83,6 bilhões para a economia paulistana em 2026. A decisão de suspender as emissões foi tomada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) no dia 24 de fevereiro deste ano.

A suspensão ocorre devido a questionamentos sobre a legalidade da revisão da Lei de Zoneamento de 2024. O Ministério Público alegou falta de participação popular e planejamento técnico adequados. Para a Abrainc, essa decisão liminar impacta diretamente o setor imobiliário ao determinar a suspensão de novos alvarás e autorizações relacionadas a demolição, supressão vegetal e construção de novos empreendimentos.

Na prática, a paralisação gera represamento de processos, reprogramação de cronogramas e postergação de lançamentos, o que pode levar a uma significativa paralisação da atividade imobiliária na cidade. Segundo a associação, a cada mês que a determinação permanece em vigor, cerca de R$ 8 bilhões em lançamentos deixam de ocorrer, o que está associado a aproximadamente 138 mil unidades habitacionais que podem deixar de ser produzidas.

Esse cenário agrava o já elevado déficit habitacional na cidade, estimado em cerca de 600 mil moradias. A Abrainc destaca que uma parte significativa desses empreendimentos depende diretamente das autorizações atualmente suspensas, o que pode comprometer o fluxo de lançamentos previstos para o ano.

Além disso, há um impacto potencial na geração de empregos, com estimativa de até 733 mil postos de trabalho afetados até o fim de 2026, além de efeitos indiretos sobre a cadeia produtiva da construção civil. A Abrainc ressalta que o processo de revisão da legislação urbana incluiu audiências públicas e mecanismos de participação previstos no ordenamento jurídico.

A entidade defende a importância da segurança jurídica e da previsibilidade regulatória para garantir estabilidade ao ambiente de investimentos e ao desenvolvimento urbano da cidade. Luiz França, presidente da Abrainc, afirma que a legislação vigente foi construída a partir de amplo diálogo técnico e institucional, visando a modernização urbana e um crescimento mais organizado da cidade, especialmente em áreas com infraestrutura já instalada.

““A lei está em vigor desde 2024, e cidadãos e empresas precisam de previsibilidade regulatória e segurança jurídica para planejar e desenvolver suas atividades na cidade”, afirma França.”

Notícia Anterior Jonas e Maxiane estrelam comercial no BBB 26 com apelidos de Ana Paula
Próximo notícia Acidente entre carros deixa três feridos na Zona Leste de São José dos Campos
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta