O vírus Epstein-Barr (EBV), causador da mononucleose, conhecida como ‘doença do beijo’, afeta cerca de 95% da população mundial.
Cientistas do Fred Hutch Cancer Center conseguiram impedir que o vírus se conectasse e entrasse nas células imunológicas humanas, representando um avanço nos estudos sobre a infecção.
A infecção pelo EBV é extremamente comum, com mais de 90% da população mundial sendo infectada em algum momento da vida. Na maioria das vezes, o vírus permanece latente no organismo, sem manifestar sintomas.
Quando ativado, o vírus pode causar sintomas semelhantes aos da gripe, Covid ou amigdalite bacteriana, incluindo febre, dor de garganta, inflamação dos gânglios no pescoço, dor no corpo, dor muscular e tosse.
A doença se instala em diferentes células do corpo, escapando das defesas imunológicas e permanecendo no organismo da pessoa infectada pelo resto da vida.
O vírus pode reaparecer anos após a infecção inicial, especialmente quando o sistema imunológico está enfraquecido. A transmissão não se limita ao beijo, podendo ocorrer pela troca de gotículas de saliva em objetos como talheres e copos, além de transfusões sanguíneas.
Se houver suspeita de mononucleose, é importante procurar atendimento médico para diagnóstico. O tratamento, se confirmado, inclui analgésicos, antitérmicos e anti-inflamatórios recomendados por médicos, além de repouso e hidratação.


