Entre fevereiro e abril de 2026, 12 mil vistos eletrônicos foram emitidos para que viajantes brasileiros pudessem viajar ao México.
Se todos esses pedidos se converterem em embarques regulares, será necessário aumentar a oferta de voos em cerca de 15 a 20 para garantir todos os assentos disponíveis.
O cálculo foi confirmado por Miguel Aguíñiga, chefe da Unidade de Inovação, Sustentabilidade e Profissionalização Turística do México, que esteve no Brasil na semana passada para participar da WTM Latin America.
O Brasil é o único país do mundo com permissão para gerar o visto eletrônico atualmente.
Em 2026, o Brasil deve ocupar a quinta posição entre os emissores internacionais para o México, subindo da atual oitava posição.

