A disputa judicial entre Blake Lively e Justin Baldoni teve um novo desdobramento desfavorável para a atriz. Um juiz federal dos Estados Unidos decidiu, nesta quinta-feira, 2 de abril de 2026, descartar 10 dos 13 pedidos feitos por Lively no processo.
As acusações de assédio sexual, difamação e conspiração contra Baldoni foram rejeitadas. Apenas três das alegações da atriz seguirão para julgamento: quebra de contrato, retaliação e cumplicidade em retaliação. O tribunal afirmou que parte das alegações não se sustentou juridicamente, incluindo a caracterização do assédio sexual no caso.
A equipe de Lively defende que o foco central da ação é a suposta retaliação que ela sofreu após levantar preocupações sobre o ambiente de trabalho. “Para Blake Lively, a maior medida de justiça é que as pessoas e o plano por trás desses ataques digitais coordenados foram expostos e já estão sendo responsabilizados por outras mulheres que foram alvo deles”, afirmou Sigrid McCawley, advogada da atriz, em um comunicado.
Os advogados de Baldoni comemoraram a decisão, ressaltando a redução significativa do caso. “Essas foram alegações muito sérias, e somos gratos ao Tribunal pela análise cuidadosa dos fatos, da legislação e das volumosas provas apresentadas. O que resta é um caso significativamente reduzido, e aguardamos com expectativa a apresentação de nossa defesa às alegações restantes em juízo”, disseram os defensores ao portal Page Six.
O filme É Assim Que Acaba, lançado em 2024, foi um sucesso mundial, arrecadando mais de R$ 350 milhões, mas logo foi ofuscado por rumores de conflito entre os protagonistas. Desde então, Lively e Baldoni têm enfrentado uma batalha judicial com trocas de acusações de violência, assédio e difamação. O imbróglio chegou a envolver o marido da atriz, Ryan Reynolds, que também foi alvo de um processo movido por Baldoni.

