A escolha da imobiliária pode determinar o sucesso ou o fracasso da locação de um imóvel. A Santamérica, reconhecida como a maior imobiliária de Londrina em volume de locações, destaca que a solidez empresarial e o controle financeiro são fundamentais para garantir previsibilidade e segurança ao proprietário.
Embora a decisão de alugar um imóvel seja frequentemente tratada como uma etapa operacional, especialistas afirmam que a escolha da administradora vai além da intermediação de contratos. A empresa assume a responsabilidade de gerir patrimônio e recursos financeiros de terceiros, tornando a estrutura empresarial, a governança e a perenidade fatores centrais para a redução de riscos.
No Brasil, muitas imobiliárias são pequenas, frequentemente compostas por uma ou duas pessoas. Apesar de terem forte presença comercial ou digital, nem sempre possuem a estrutura administrativa necessária para gerenciar recursos de terceiros de forma adequada. Quando um proprietário entrega a gestão do aluguel, ele confia à empresa o recebimento temporário dos valores pagos pelo inquilino até o repasse, o que torna a análise da estrutura empresarial decisiva.
Dados do Sebrae indicam que uma parte significativa das empresas brasileiras encerra suas atividades nos primeiros anos. Aproximadamente 20% fecham antes de completar o primeiro ano, e cerca de metade não ultrapassa cinco anos de operação. No setor imobiliário, isso representa um fator de atenção adicional, pois a administração de imóveis exige um fluxo de caixa organizado e uma separação clara entre os recursos operacionais da empresa e os valores pertencentes ao proprietário.
Uma administração profissional deve incluir controle financeiro estruturado, conciliação e rastreabilidade de repasses, análise criteriosa de crédito, estrutura contratual alinhada à Lei do Inquilinato, vistoria técnica documentada e gestão ativa de inadimplência. Segundo Alexandre Costa Moretto, CEO da Santamérica, muitos proprietários só percebem a importância da estrutura após enfrentarem problemas. Ele afirma:
““É comum o proprietário perguntar: ‘Eu preciso realmente me preocupar com isso?’ A resposta é sim. Uma imobiliária é uma empresa como qualquer outra — precisa de receita organizada, controle financeiro e governança para cumprir suas obrigações. Administrar imóveis é gerir risco.””
Moretto ressalta que não são raros os casos de proprietários que buscam uma empresa mais estruturada após enfrentarem atrasos ou inconsistências no repasse de valores recebidos do inquilino. Empresas com histórico consolidado, como a Santamérica, que completa 25 anos de atuação no mercado imobiliário de Londrina, tendem a apresentar maior estabilidade operacional e capacidade de adaptação ao mercado.
Antes de contratar uma imobiliária, o proprietário deve fazer algumas perguntas essenciais: há quantos anos a empresa atua formalmente no mercado? Possui equipe estruturada ou depende de uma, duas ou poucas pessoas? Como é feito o controle e a conciliação dos valores recebidos? Existe separação clara entre recursos da empresa e valores de terceiros? Como funciona a análise de crédito do locatário? Qual é o procedimento de vistoria inicial e final? Como a empresa atua em caso de inadimplência?
A escolha da imobiliária não deve se limitar à taxa de administração ou à promessa de agilidade. Trata-se de uma decisão estratégica que envolve proteção patrimonial, previsibilidade de renda e redução de riscos.


