A farmacêutica Regina Helena Vieira de Souza Marques, de 74 anos, foi encontrada morta na manhã de terça-feira (21) na zona rural de Campestre, Minas Gerais. Ela estava desaparecida desde a última sexta-feira (17), quando saiu de São Paulo com destino a Alfenas.
O corpo da vítima foi localizado dentro de um córrego, sem roupas, com peças e objetos pessoais próximos ao local. As buscas começaram no domingo (19), após o carro de Regina ser encontrado trancado em uma estrada de terra nas proximidades de uma fazenda de café, no bairro Ibituruna.
Imagens de câmeras de segurança registraram o carro da farmacêutica passando nas imediações da entrada de uma fazenda em Campestre, o que ajudou a direcionar as buscas na região. Drones foram utilizados para ampliar o alcance das investigações.
Na manhã de terça-feira, um funcionário de um cafezal encontrou objetos pessoais da farmacêutica, incluindo sapatos e uma bolsa com documentos, a cerca de 500 metros do local onde o carro foi encontrado. Com essas informações, os bombeiros concentraram as buscas na área indicada e localizaram o corpo da vítima.
O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Poços de Caldas, onde exames preliminares não apontaram sinais de violência física ou sexual. O delegado Marcos Pimenta, responsável pelo caso, informou que materiais foram coletados para análise mais detalhada, com um prazo de até 30 dias para conclusão dos laudos.
Ainda não se sabe o motivo pelo qual Regina desviou da rota habitual. O delegado Pimenta mencionou que, com base em depoimentos de familiares, a polícia investiga se a mulher apresentava algum tipo de doença mental.
““Ainda não se sabe o motivo real de ela ter se deslocado para Campestre, na zona rural. Aparentemente ela perdeu o controle direcional de seu veículo”, disse Pimenta.”

