Na Suécia, o governo apoia a gravidez independente, permitindo que mulheres solteiras tenham acesso à doação de sêmen pelo sistema público de saúde.
Hanna, uma mulher que decidiu ser mãe por meio dessa opção, compartilha sua experiência. ‘Cheguei à conclusão de que ter um filho era mais importante para mim do que ter um parceiro de vida’, conta ela.
Hanna sempre desejou ser mãe e, após anos em busca de um parceiro, optou pela doação de sêmen. ‘É claro que eu quero um parceiro de vida, mas vejo isso como um bônus. Mas ter um filho… uma vida sem um filho parecia vazia para mim’, afirma.
Ela planeja ser honesta com seu futuro filho sobre sua concepção, mesmo que ele pergunte por que cresceu sem um pai. ‘O que eu vou dizer a ele é: ‘se eu não tivesse escolhido fazer isso, então você não existiria. Poderia existir outra criança, mas não seria você’’, explica.
Hanna reconhece os desafios de criar uma família sozinha, mas acredita que seu filho terá o que precisa. ‘Uma criança precisa de pessoas em sua vida que a façam se sentir amada incondicionalmente, com as quais ela se sinta segura. Mas isso não precisa ser com um pai biológico’, diz.

