A Guarda Civil Metropolitana (GCM) pretende instalar uma nova base na Vila Redenção. A unidade abrigará a 3ª Unidade de Comando Regional e será implantada em uma área pública municipal localizada na Rua 1069.
Para viabilizar a iniciativa, a Prefeitura de Goiânia enviou à Câmara Municipal um projeto de lei que autoriza a cessão do espaço à corporação. Segundo o comandante da GCM, Gustavo Toledo, a unidade terá atuação geral para ocorrências do dia a dia.
A nova base contará com cerca de 60 agentes e 38 viaturas, responsáveis pelo atendimento na Vila Redenção e em sua área de abrangência, que inclui bairros como Parque Amazônia e Setor Coimbra, na região Sul da capital.
““A Prefeitura de Goiânia, para adequar os espaços da GCM, identificou um espaço público, um prédio municipal que havia sido cedido a uma associação. Agora, está sendo feito o retorno desse imóvel ao município, onde serão alocadas as viaturas e as equipes, para dar mais dignidade ao serviço prestado”, explicou Toledo.”
O espaço, identificado como APM C7, estava anteriormente cedido à Associação Cristã Feminina de Goiânia, mas encontra-se atualmente sem uso e em estado de abandono. A administração municipal propõe a revogação das leis que permitiam a ocupação anterior, com o objetivo de dar nova destinação ao imóvel.
Toledo afirmou que o espaço possui estrutura adequada para abrigar a nova base.
““O prédio já é novo, bem conservado e conta com uma estrutura ampla, incluindo estacionamento, superior à atual. Além disso, há uma emenda da vereadora Rose Cruvinel (UB), no valor de R$ 100 mil, destinada a adequações e melhorias”, afirmou.”
Além da nova base, a GCM transferirá o batalhão do Grupo de Apoio Operacional (Graspo) para o Jardim Europa, na região Sudoeste, onde anteriormente funcionava o Batalhão Maria da Penha. A 2ª Unidade está em fase final de implantação no Residencial Carlos Freitas, e a nova sede no Setor Aeroporto está em fase final de definição para a reforma.
Toledo informou que as obras da nova base devem começar em até duas semanas e ser concluídas em, no máximo, 90 dias.


