Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Procurar
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Hacker Walter Delgatti é transferido novamente para penitenciária em Potim
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
Procurar
Have an existing account? Sign In
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A

Hacker Walter Delgatti é transferido novamente para penitenciária em Potim

Amanda Rocha
Última atualização: 15 de abril de 2026 18:54
Amanda Rocha
Tempo: 3 min.

O hacker Walter Delgatti Neto deixou pela segunda vez a Penitenciária II ‘Dr. José Augusto Salgado’, conhecida como o ‘presídio dos famosos’, em Tremembé, no interior de São Paulo. Ele foi transferido para Potim nesta quarta-feira, 15 de abril de 2026.

A transferência foi confirmada em um documento assinado pela chefia da divisão da P2 em Tremembé, que atestou a transferência de Delgatti para a ala de progressão penitenciária da P2 de Potim, também no Vale do Paraíba.

Essa é a segunda vez que o hacker é transferido para Potim. Ele chegou a Tremembé em fevereiro do ano passado, mas foi transferido para a P2 de Potim em dezembro. Em janeiro deste ano, ele retornou para o presídio em Tremembé e, agora, três meses depois, volta a Potim.

Delgatti cumpre pena no regime semiaberto. Ele foi condenado junto com a ex-deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) pela invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

““A invasão do CNJ foi feita em janeiro de 2023 com o objetivo de tirar a credibilidade do Judiciário e reforçar questionamentos à eleição de 2022”, afirmou a Procuradoria-Geral da República (PGR).”

Com o fim dos recursos no Supremo Tribunal Federal (STF), a prisão deixou de ser preventiva e o hacker passou a cumprir pena. Delgatti foi condenado a 8 anos e 3 meses de prisão por invadir o sistema do CNJ e inserir documentos falsos, como uma ordem de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes ‘assinada’ por ele mesmo.

Já Zambelli foi condenada a 10 anos de prisão e à perda do mandato. Ela teve seu nome incluído na lista da difusão vermelha da Interpol, sendo acusada pela PGR de ser a mentora do crime.

Antes de ser preso pela invasão do CNJ, Delgatti já havia sido condenado em primeira instância a 20 anos de prisão por hackear autoridades públicas na antiga Operação Lava Jato. Nesse caso, investigado na Operação Spoofing, o hacker responde em liberdade, pois ainda há recursos pendentes na segunda instância da Justiça Federal em Brasília.

Notícia Anterior Duke suspende capítulo do Students for Justice in Palestine após post antissemitas
Próximo notícia Michel Gherman analisa a instrumentalização da religião por grupos políticos em novo livro
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta