Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Procurar
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Inflação nos Estados Unidos pressiona mercados globais
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
Procurar
Have an existing account? Sign In
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A

Inflação nos Estados Unidos pressiona mercados globais

Amanda Rocha
Última atualização: 3 de abril de 2026 19:30
Amanda Rocha
Tempo: 3 min.

A inflação nos Estados Unidos está ameaçando os mercados globais, especialmente após um mês de conflito envolvendo o Irã, que resultou em alta no preço do petróleo. Essa situação já começa a pressionar os índices de preços e intensifica a política monetária.

Marilia Fontes, apresentadora da Resenha do Dinheiro, analisa como a inflação americana serve de referência para os juros no mundo. Qualquer mudança nesse indicador impacta diretamente ativos globais, incluindo bolsas, moedas, títulos públicos e mercados emergentes.

““A inflação é algo que mais consegue afetar uma economia. Quanto mais essa alta deixa de ser temporária, maior o impacto na inflação”, afirma Fontes.”

O Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta uma aceleração moderada do PIB dos EUA em 2026. Wall Street fechou em um cenário misto, com redução das expectativas de resolução da guerra. A alta dos preços de energia representa um risco de inflação para os EUA, segundo o FMI.

Além da pressão vinda da energia, o núcleo de inflação, que exclui itens mais voláteis, continua resiliente, impulsionado pelo custo de moradia. Fontes acrescenta:

““Mesmo antes, o Banco Central já não estava confortável em cortar juros. Agora, com o risco de inflação mais alta, menos ainda.””

Bernardo Pascowitch, fundador do Yubb, destaca que o momento é de atenção para os investidores, especialmente pela proximidade do fim do mandato de Jerome Powell à frente do Federal Reserve, previsto para 15 de maio. Isso pode trazer mudanças na condução da política monetária americana.

““Estamos na iminência de uma mudança no comando do maior banco central do mundo. Os investidores vão acompanhar isso com cautela para entender como isso impacta os juros e os títulos públicos”, diz Pascowitch.”

Questões políticas internas também estão no radar. Thiago Godoy, o “Papai Financeiro”, observa:

““Além da guerra, há incerteza com manifestações e debates sobre políticas públicas. Isso acaba impactando outros países, inclusive o Brasil.””

Esse ambiente tende a ser negativo para ativos de risco, especialmente em ciclos de juros mais altos. No entanto, o cenário não é totalmente linear. Fontes conclui:

““Um ciclo de alta de juros costuma ser ruim para a bolsa. Mas, ao mesmo tempo, muitas empresas aumentaram suas projeções de crescimento. As ações caíram, mas as expectativas subiram e isso torna mais difícil decidir se é hora de investir ou não.””

A Resenha do Dinheiro, realizada com o apoio da B3 e da gestora de investimentos BlackRock, é apresentada por Thiago Godoy, Bernardo Pascowitch e Marilia Fontes. O programa aborda semanalmente as principais notícias e movimentos da economia de forma leve e descomplicada, indo ao ar todas as sextas-feiras, às 19h, no canal do CNN Money no YouTube e aos domingos, às 15h, na CNN Brasil.

Notícia Anterior Suspeito de violência doméstica é preso com espingarda em Mucajaí
Próximo notícia Corpo de Bombeiros resgata pessoa de lancha à deriva na Praia da Urca
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta