Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Procurar
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Macron condena ataque que resultou na morte de soldado francês no Líbano
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
Procurar
Have an existing account? Sign In
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A

Macron condena ataque que resultou na morte de soldado francês no Líbano

Amanda Rocha
Última atualização: 18 de abril de 2026 11:16
Amanda Rocha
Tempo: 2 min.

No dia 18 de abril de 2026, um soldado francês foi morto e outros três ficaram feridos em um ataque no sul do Líbano, enquanto realizavam a limpeza de uma estrada. O ataque, que as forças de paz da Unifil e autoridades francesas acreditam ter sido realizado pelo Hezbollah, ocorreu na vila de Ghandouriyeh.

O presidente francês, Emmanuel Macron, condenou o “ataque inaceitável” em conversas telefônicas com o presidente libanês, Joseph Aoun, e o primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam. Seu gabinete divulgou um comunicado sobre a condenação.

A Unifil informou que a ofensiva foi provavelmente realizada por atores não estatais, supostamente do Hezbollah, e que uma investigação foi iniciada sobre o que foi classificado como “um ataque deliberado”. Macron também destacou que as evidências até o momento apontam para o grupo armado apoiado pelo Irã e instou as autoridades libanesas a agirem contra os responsáveis.

A ministra das Forças Armadas da França, Catherine Vautrin, declarou que a patrulha francesa sofreu uma emboscada enquanto tentava abrir uma rota até um posto da Unifil que estava isolado devido aos combates na região. O soldado foi morto por disparos diretos de armas leves, conforme afirmou Vautrin.

O exército libanês também condenou o ataque e anunciou a abertura de uma investigação. O presidente Aoun expressou suas condolências e ordenou uma investigação imediata, enquanto o primeiro-ministro Salam também se manifestou contra a ofensiva.

A Unifil foi mobilizada pela primeira vez em 1978 e tem permanecido no Líbano durante diversos conflitos, incluindo a guerra de 2024, quando suas posições foram alvejadas repetidamente.

Notícia Anterior Soldado francês é morto em ataque a missão da ONU no sul do Líbano
Próximo notícia Economia da Turquia é afetada com retorno de sírios para casa
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta