A morte de Oscar Schmidt, ícone do basquete brasileiro, repercutiu amplamente na imprensa internacional.
Oscar ganhou reconhecimento global ao longo de sua carreira, participando de cinco Olimpíadas e sendo homenageado no Hall da Fama do basquete mundial. Em 2017, a NBA prestou tributo a Oscar ao convidá-lo para o All-Star Game, onde recebeu uma camisa número 14 do Brooklyn Nets.
Oscar foi selecionado pelo New Jersey Nets em 1984, mas optou por não jogar na NBA para continuar representando a Seleção Brasileira. Ele afirmou: “Eu não fui para NBA porque eu não quis, porque eu deixaria de jogar na Seleção Brasileira”.
Apesar de não ter jogado na NBA, Oscar deixou um legado significativo para os jogadores brasileiros. Tiago Splitter, que conquistou o título da liga em 2014 e atualmente é técnico do Portland Trail Blazers, comentou: “O Oscar levou o nome do basquete brasileiro para o mundo. Eu e outros atletas, a gente colheu os frutos depois”.
Anderson Varejão, ex-jogador de basquete, destacou: “Com certeza uma lenda do basquetebol brasileiro e mundial. Sempre foi um líder nato”.
A Federação Internacional de Basquete lamentou o falecimento de Oscar, e o perfil da NBA no Brasil o descreveu como um dos maiores nomes da história do esporte. O Orlando Magic também prestou homenagem ao jogador.
O jornal americano “The Washington Post” chamou Oscar de lenda e ressaltou que o apelido “Mão Santa” se deve à sua habilidade no arremesso. Na Europa, veículos como “L’Equipe” e “Marca” também noticiaram a morte do brasileiro.
Em 2013, Oscar Schmidt foi induzido ao Hall da Fama do basquete dos Estados Unidos. Em seu discurso, ele compartilhou histórias e agradeceu à esposa, Maria Cristina, pelo apoio ao longo da carreira.

