Mato Grosso do Sul registrou 11 mortes confirmadas por chikungunya até esta terça-feira (14). Dourados é a cidade mais afetada, com sete óbitos pela doença.
A confirmação das mortes foi feita pelo Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública de Dourados, que monitora o surto no município. A última vítima é um indígena de 77 anos, que possuía comorbidades e faleceu no dia 14 de março no Hospital da Missão Caiuá. Os primeiros sintomas da doença surgiram em 10 de fevereiro.
Todas as mortes registradas em Dourados ocorreram entre moradores da Reserva Indígena, que concentra a maior parte dos casos confirmados. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, Dourados contabiliza 1.701 casos confirmados e 5.241 notificações da doença.
Na reserva indígena, são 1.461 casos confirmados e 2.485 notificações. O município ainda informa que 40 pessoas estão internadas em hospitais públicos e particulares com diagnóstico de chikungunya.
Até o momento, as 11 mortes por chikungunya em Mato Grosso do Sul foram registradas nas seguintes circunstâncias:
- Mulher, 69 anos (Aldeia Jaguapiru, 26/02)
- Homem, 73 anos (Aldeia Jaguapiru, 09/03)
- Bebê, 3 meses (Aldeia Bororó, 10/03)
- Homem, 72 anos (Bonito, 19/03)
- Mulher, 60 anos (Aldeia Jaguapiru, 12/03)
- Bebê, 1 mês (Aldeia Jaguapiru, 24/03)
- Mulher, 82 anos (Jardim, 23/03)
- Homem, 55 anos (Dourados, 03/04)
- Homem, 82 anos (Fátima do Sul, 08/04)
- Homem, 94 anos (Jardim, 04/03)
- Homem, 77 anos (Dourados, 14/03)

