Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Procurar
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: ONU adia votação sobre proteção da navegação no Estreito de Ormuz
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
Procurar
Have an existing account? Sign In
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A

ONU adia votação sobre proteção da navegação no Estreito de Ormuz

Amanda Rocha
Última atualização: 4 de abril de 2026 11:28
Amanda Rocha
Tempo: 3 min.
ONU adia votação sobre proteção da navegação no Estreito de Ormuz

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) adiou a votação de uma resolução do Bahrein que visa proteger a navegação comercial no Estreito de Ormuz, podendo incluir o uso da força. A reunião dos 15 membros do conselho estava marcada para esta sexta-feira (3), mas não foi anunciada uma nova data.

Diplomatas envolvidos no tema acreditam que a votação poderá ocorrer na próxima semana. O Estreito de Ormuz, localizado na costa norte do Irã, é uma das principais rotas marítimas do mundo, conectando o Golfo Pérsico ao Oceano Índico. Essa via é crucial para o transporte de petróleo e produtos agropecuários.

O tráfego marítimo na região foi impactado desde que os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã no final de fevereiro, iniciando um conflito que já dura mais de um mês. O Irã tem controlado a passagem de navios, o que resultou na interrupção dos embarques de cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo pelo estreito, causando desabastecimento e aumento nos preços do petróleo.

O Bahrein, que preside o Conselho de Segurança, finalizou um esboço de resolução na quinta-feira (2) que autoriza “todos os meios defensivos necessários” para proteger a navegação em Ormuz. No entanto, o texto enfrentou resistência de países como China e Rússia, sendo atenuado em relação à sua forma original.

A China, membro permanente do conselho com poder de veto, manifestou sua oposição a qualquer autorização para o uso da força, mantendo uma forte parceria estratégica e econômica com o Irã, do qual compra a maior parte do petróleo. O Bahrein, em busca de apoio de outros países árabes do Golfo e dos Estados Unidos, retirou uma referência explícita à aplicação obrigatória da força no Estreito de Ormuz para superar as objeções de outras nações.

O esboço de resolução permite medidas por um período de pelo menos seis meses, até que o Conselho decida de outra forma. Especialistas consultados avaliam que a agressão dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã busca a “troca de regime” em Teerã, visando conter a expansão econômica da China, considerada uma ameaça por Washington, além de consolidar a hegemonia política e militar de Israel no Oriente Médio.

Notícia Anterior Acidente entre carro e carreta resulta em três mortes em Minas Gerais
Próximo notícia Contradições sobre a saúde de Jair Bolsonaro geram polêmica entre familiares
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta