Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Procurar
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: PGR pede ao STF que Monique Medeiros retorne à prisão no caso Henry Borel
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
Procurar
Have an existing account? Sign In
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A

PGR pede ao STF que Monique Medeiros retorne à prisão no caso Henry Borel

Amanda Rocha
Última atualização: 16 de abril de 2026 08:05
Amanda Rocha
Tempo: 3 min.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) o restabelecimento da prisão preventiva de Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel. O pedido foi feito na Reclamação 92.961, apresentada por Leniel Borel, pai de Henry e assistente de acusação no processo, contestando a decisão que determinou a soltura de Monique por excesso de prazo.

A PGR argumenta que a soltura contraria decisões anteriores do STF que já haviam determinado a manutenção da custódia no mesmo caso. O subprocurador-geral da República, Antônio Edílio Magalhães Teixeira, afirmou que a medida “viola a autoridade das decisões do Supremo Tribunal Federal”.

Monique foi liberada após o adiamento do julgamento do caso, que ocorreu em março, quando a defesa do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Jairinho, abandonou o plenário do Tribunal do Júri, inviabilizando a continuidade da sessão. A juíza Elizabeth Machado Louro remarcou o julgamento para 25 de maio e determinou a soltura de Monique, alegando que a manutenção da prisão poderia configurar excesso de prazo.

A PGR sustenta que o adiamento do julgamento foi provocado por atos da defesa, afastando a alegação de constrangimento ilegal. O órgão enfatiza que a análise do prazo deve considerar a complexidade do processo e a conduta das partes, não apenas a contagem de tempo. Para a PGR, atrasos decorrentes de estratégias da defesa não justificam a soltura.

No documento, a PGR aponta que existem elementos que justificam a manutenção da prisão preventiva, como o risco ao andamento do processo, a possibilidade de coação de testemunhas e o descumprimento de medidas cautelares em ocasiões anteriores. A decisão pela prisão, segundo a PGR, não se baseia apenas na gravidade do caso, mas em fatores concretos previstos na legislação penal.

O caso está sob análise do ministro Gilmar Mendes, que poderá decidir a qualquer momento se mantém a liberdade de Monique ou determina seu retorno à prisão. Henry Borel morreu em 2021, aos 4 anos, com sinais de agressão, em um apartamento na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Monique e Jairinho respondem por homicídio e outros crimes.

Notícia Anterior Interdição parcial no viaduto da Avenida Francisco Porto altera trânsito em Aracaju
Próximo notícia Amazônia Que Eu Quero discute democracia digital e segurança eleitoral em Macapá
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta