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Piloto Adonis Lopes realiza pouso de emergência na Barra da Tijuca

Amanda Rocha
Última atualização: 3 de abril de 2026 13:54
Amanda Rocha
Tempo: 2 min.

Na manhã de sexta-feira, 3 de abril de 2026, o piloto de helicóptero Adonis Lopes, da Polícia Civil, realizou um pouso forçado no mar da praia da Barra da Tijuca. A manobra foi bem-sucedida e não houve feridos entre as três pessoas a bordo.

Adonis, que estava de folga, foi contratado para um voo panorâmico que partiu do Pontal. Durante o trajeto, o helicóptero modelo Robinson 44 apresentou problemas mecânicos, levando o piloto a descer no mar próximo à arrebentação, entre os postos 3 e 4.

Um surfista que presenciou o incidente relatou que viu a aeronave perdendo potência, mas o piloto conseguiu conduzi-la até uma área mais vazia para realizar o pouso.

Este não é o primeiro incidente marcante na carreira de Adonis Lopes. Em setembro de 2021, ele foi rendido por dois homens armados durante um voo particular em Angra dos Reis. Os criminosos o obrigaram a seguir para o Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, com a intenção de resgatar um preso. Para evitar a ação, Adonis fez manobras sobre o 14º BPM (Bangu) e simulou uma queda.

““Imaginei que aquele pudesse ser meu último voo”, declarou o piloto na época.”

Os sequestradores desistiram do plano ao perceberem o risco de queda e ordenaram que ele seguisse para Niterói, onde saltaram e fugiram.

Em 2012, Adonis Lopes também atuou como piloto em uma operação conjunta das polícias Federal, Civil e Militar, que resultou na morte do traficante Márcio José Sabino Pereira, conhecido como Matemático, em Bangu. Na ocasião, os disparos que atingiram o criminoso partiram de um helicóptero.

““Eles estavam a cerca de 100 km/h na favela, tentando fugir do cerco, e disparavam contra a aeronave”, relatou Adonis.”

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