A SAS Brasil, organização social que desenvolve projetos de saúde em comunidades distantes, está se preparando para uma nova rodada de captação de recursos.
Fundada em 2013 por Adriana Mallet e Sabine Zink, a empresa deseja se tornar mais do que uma ONG. Atualmente, a SAS Brasil possui uma unidade de negócios e está mapeando fundos estrangeiros de impacto.
Em 2022, a organização captou pouco mais de R$ 1 milhão em uma rodada pré-seed. A expectativa agora é levantar pelo menos o dobro desse valor.
““Dá para fazer negócio com impacto e que gere lucro”, diz Mallet.”
Mallet informou que a captação está sendo adiada até que a organização atinja o breakeven, que é o momento em que as receitas se igualam aos custos e despesas totais, resultando em lucro zero, mas sem prejuízo.
Esse movimento de captação deve ocorrer em 2027.


