O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), alcançou nesta quinta-feira (23) a 3ª posição no ranking de nomes “mais prováveis” a vencer as eleições presidenciais de 2026, conforme as estimativas do mercado de previsões da Polymarket.
As chances de Zema chegaram a 7% na plataforma, superando Renan Santos (Missão), que caiu para o 4º lugar. Na nova atualização, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera com 39% de probabilidade de vitória, seguido por Flávio Bolsonaro (PL) com 38%.
O ranking da Polymarket ainda inclui Fernando Haddad (PT), pré-candidato ao Palácio dos Bandeirantes, com 3% de probabilidade de se tornar presidente. Ronaldo Caiado (PSD) e Camilo Santana (PT) estão empatados com 2%.
A Polymarket é uma plataforma internacional de mercado de previsões que utiliza dinheiro real, geralmente criptomoedas. Usuários negociam a probabilidade de eventos futuros, incluindo decisões políticas e resultados eleitorais.
Os percentuais exibidos na plataforma funcionam como uma estimativa coletiva de probabilidade, refletindo a demanda dos usuários. Contudo, a plataforma não representa intenção de voto e não segue critérios metodológicos de pesquisas eleitorais.
O aumento da valoração de Zema na plataforma ocorreu após sua inclusão no inquérito das fake news e um embate público com o STF (Supremo Tribunal Federal). A disputa começou quando Zema publicou um vídeo com fantoches de ministros do STF discutindo sobre o Banco Master, o que levou a um pedido de investigação por parte de Gilmar Mendes.
Na última pesquisa divulgada pelo Datafolha, em 14 de abril, Zema aparece com 4% das intenções de voto.

