O Bitcoin registrou queda no início de junho de 2026, sendo negociado a US$ 69.256,14 no dia 1º de junho. O recuo de US$ 2.888,97 ocorreu em meio ao aumento das tensões no Oriente Médio e à saída de capital de fundos de índice ligados a criptomoedas.
A desvalorização do ativo foi influenciada pelo cenário geopolítico, que elevou a aversão ao risco entre investidores, segundo a imprensa. Além disso, saídas de capital de ETFs de criptomoedas reduziram a demanda no mercado, retirando um suporte para a recuperação do Bitcoin ao longo do ano.
No setor corporativo, a Strategy, maior detentora institucional de Bitcoin, comunicou a venda de 32 unidades da criptomoeda na última semana, uma operação inédita desde 2022. Apesar da baixa, o Bitcoin permanece como a maior criptomoeda, com capitalização em torno de US$ 1,33 trilhão, acima do Ethereum, que vale cerca de US$ 233 bilhões.
O ativo, criado em 2009, demonstra histórico de forte oscilação. Embora tenha apresentado valorização expressiva em ciclos anteriores, em 2026 ele acumula queda em relação aos picos recentes, mantendo movimentação instável no mercado de ativos digitais.


