O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que “nunca foi de esquerda” durante uma conversa com autoridades na cúpula do G7, realizada na França. A declaração ocorreu após questionamento da diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre sua postura política.
Em diálogo informal, Lula comentou sobre as posições políticas globais, dizendo que “o mundo não é de esquerda, o mundo é do caminho do meio”. Ele explicou que sua trajetória se deu como dirigente sindical, mantendo laços com movimentos trabalhistas em países como Alemanha, Itália e Espanha.
O presidente também relatou um episódio de sua vida política, afirmando que foi convidado para um congresso na União Soviética em 1980, mas não compareceu por ter sido condenado pela Lei de Segurança Nacional, o que o levou a ser rotulado como anticomunista.
Antes de abordar sua ideologia, Lula comentou sobre o sistema eleitoral brasileiro, elogiando o modelo de urnas eletrônicas. Ele defendeu que a logística nacional poderia servir de referência para outras nações, questionando por que a Organização das Nações Unidas (ONU) não adota o sistema eletrônico como orientação.


